Sespa e Segup começam a entregar mais 64 mil doses da CoronaVac

Iniciou na segunda-feira (8) o envio das 64.400 doses da vacina CoronaVac repassados ao Estado no último sábado (06) pelo Ministério da Saúde. A expectativa é que os imunizantes sejam entregues aos 13 Centros Regionais de Saúde até esta terça-feira (09). Na mesma viagem segue o carregamento referente à segunda dose, para concluir a imunização dos que já receberam a primeira dose e precisaram aguardar por, pelo menos, 21 dias. 

A 6ª Regional de Saúde, que atende municípios do Baixo Tocantins, como Barcarena e Abaetetuba, foi a primeira a receber a cota do novo carregamento. No último sábado chegou o quarto lote de vacinas ao Pará. O primeiro ocorreu no dia 19 de janeiro, quando o Estado recebeu 173 mil doses da CoronaVac. O segundo lote foi no dia 24 de janeiro, quando chegaram 49 mil doses da Oxford/AstraZeneca, e no dia 25 de janeiro mais 29 mil doses da CoronaVac.

“A Sespa repete a parceria com a Segup na articulação da logística de distribuição das vacinas que chegaram neste final de semana. Começamos hoje (8) e terminamos amanhã (09), alcançando todos os 13 Centros Regionais de Saúde. O trabalho inclui o envio do correspondente necessário à aplicação da segunda dose para aqueles que receberam a primeira dose de lotes anteriores. Esses imunizantes ficaram armazenados na própria Sespa, e agora seguem para que possam ser aplicados de acordo com o estabelecido pelo Ministério da Saúde”, explica o titular da Sespa, Rômulo Rodovalho.

Logística – O plano implementado pela Sespa prevê que a campanha de vacinação ocorrerá, simultaneamente, em todos os 144 municípios do Pará, e os grupos serão cumulativos no decorrer das etapas.

O trabalho integrado consiste em fazer com que as vacinas cheguem aos centros Regionais de Saúde para que sejam entregues aos responsáveis em cada cidade. Em seguida, elas são distribuídas de acordo com os critérios do Plano Nacional de Imunização.

1ª Fase: trabalhadores de Saúde; pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

2ª Fase: profissionais da Segurança Pública na ativa; idosos de 60 a 79 anos de idade; idosos a partir de 80 anos e povos e comunidades tradicionais quilombolas.

3ª Fase: pessoas com comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão e obesidade).

4ª Fase: trabalhadores da Educação; Forças Armadas; funcionários do sistema penitenciário; população privada de liberdade e pessoas com deficiência permanente severa.

Fotos: Agência Pará

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